Resultados na disfunção temporomandibular
Em estudo clínico publicado pela Atena Editora, 15 mulheres com disfunção temporomandibular realizaram 12 sessões de exercícios com o Hiperboloide.
Após o tratamento, o Índice de Fonseca, utilizado para avaliar a severidade da DTM, melhorou de 62,33 para 46,33 pontos, com resultado estatisticamente significativo. Também foi identificada melhora significativa na mobilidade da articulação temporomandibular. Os pesquisadores concluíram que os exercícios com o Hiperboloide contribuíram para a melhora dos sintomas da DTM e da mobilidade mandibular.
Outro estudo acompanhou uma paciente com DTM durante oito semanas. A abertura da boca sem auxílio e sem dor passou de 14,18 mm para 20,13 mm. A abertura máxima sem auxílio aumentou de 16,53 mm para 23,69 mm, enquanto a abertura com auxílio passou de 21,12 mm para 29,80 mm. Também houve aumento expressivo do limiar de dor nos músculos masseteres.
Estudo clínico Atena 2019 · Caso UNINOVE 2015
Redução do bruxismo e equilíbrio muscular
Um artigo internacional publicado no Journal of Bodywork & Movement Therapies avaliou o uso do Hiperboloide em uma criança com paralisia cerebral e bruxismo severo do sono.
Após o período de acompanhamento, a eletromiografia demonstrou uma reorganização da atividade dos músculos mastigatórios, com maior equilíbrio entre os lados direito e esquerdo. A família e a equipe profissional também relataram redução do ranger dos dentes durante o sono, melhora da deglutição, evolução dos movimentos de sucção e redução da incontinência salivar. O estudo destacou o caráter não invasivo do tratamento e seus efeitos positivos sobre a qualidade de vida.
Artigo Elsevier 2014
Mobilidade mandibular em pacientes oncológicos
O Hiperboloide também foi utilizado em um protocolo fisioterapêutico com 11 pacientes que apresentavam sequelas de câncer oral associadas à DTM. Após oito sessões, a abertura média da boca aumentou de 29,90 mm para 31,63 mm, com resultado estatisticamente significativo. Os pacientes também apresentaram melhora em sintomas como dificuldade ou dor ao mastigar, falar e movimentar a mandíbula.
Protocolo fisioterapêutico 2011
Estimulação do fluxo salivar
Uma tese de doutorado desenvolvida na Universidade Federal de Minas Gerais avaliou 35 pacientes submetidos a transplante de células-tronco hematopoiéticas. Os protocolos de estimulação salivar apresentaram resultados favoráveis na preservação do fluxo salivar e na redução da ocorrência de mucosite oral grave. A associação entre o Hiperboloide e a estimulação elétrica demonstrou tendência de manutenção do fluxo salivar durante o tratamento.
Tese UFMG 2010
Reabilitação facial e ortopedia funcional
Estudos de caso também documentaram resultados positivos do Hiperboloide na reabilitação da paralisia facial traumática, com melhora da fala, deglutição, mastigação, estética e qualidade de vida após 30 dias de exercícios.
Na ortopedia funcional dos maxilares, uma publicação de 2024 relatou melhora da hipotonia muscular e redução da distância entre os incisivos em uma criança com mordida aberta anterior. Os primeiros resultados foram observados após dois meses de exercícios. Outro trabalho, realizado pela UNESC, utilizou o Hiperboloide como parte do tratamento da retenção prolongada de dentes permanentes. Nos dentes em que o protocolo foi seguido, a erupção ocorreu após aproximadamente sete meses.
Paralisia facial 2021 · Ortopedia funcional 2024 · UNESC 2019
Ciência aplicada ao movimento
Os estudos mostram que o Hiperboloide pode contribuir para o desenvolvimento da função mastigatória, melhora da mobilidade mandibular, redução de sintomas da DTM, reorganização muscular, estimulação salivar e reabilitação das funções orofaciais.
Seus resultados estão diretamente relacionados à escolha adequada do tamanho, à execução correta dos exercícios e à regularidade de uso. Por isso, o acompanhamento de um cirurgião-dentista, fisioterapeuta ou fonoaudiólogo permite aproveitar todo o potencial do Hiperboloide em cada protocolo.
Encontrar o tamanho certo →